no meio do caminho tinha um osso, tinha um osso no meio do caminho

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no meio do caminho tinha um osso, tinha um osso no meio do caminho

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Título: no meio do caminho tinha um osso, tinha um osso no meio do caminho

Autor: Pedro Valdez Cardoso

Editora: Documenta

Tema: Arte

Estado: 5

Língua: Português / Inglês

Encadernação: Brochado

Ano: 2018

Páginas: 152

Dimensões: 21*26

Preço: 14,00 €

Obs. Apresentação de Filipa Oliveira



Vemos sempre, e apenas, uma secção, uma parte do mapa.

O que não está mapeado é desconhecido.

Este livro foi publicado por ocasião da exposição «No meio do caminho

tinha um osso, tinha um osso no meio do caminho», de Pedro Valdez

Cardoso, realizada pela Galeria Bessa Pereira e apresentada na Fundação

Portuguesa das Comunicações, em Lisboa, entre 6 e 31 de Março de 2018


A exposição «No meio do caminho tinha um osso, tinha um osso no meio do

caminho» de Pedro Valdez Cardoso reúne um conjunto de trabalhos

realizados entre 2004 e 2018 que nunca tinham sido mostrados juntos.

Podendo ser considerados como uma única série ampla, estas obras têm em

comum um fascínio do artista pelo Árctico e pela construção de mapas,

bem como uma forte presença de um imaginário arqueológico. Na sua

maioria desenhos, viajam ao passado, a um passado mitológico e fictício,

para nos proporem uma reflexão sobre o período em que vivemos hoje, no

qual a actividade humana interferiu dramaticamente com o planeta e os

seus ecossistemas. Serão os mapas de Valdez Cardoso vestígios do passado

ou visões do futuro?

[…]


Valdez Cardoso cria novos mapas, novas narrativas ficcionadas. Sem

intenções de os tornar em verdades universais, apropria-se de

ferramentas e discursos protocientíficos, mascara-os e infunde-os com

elementos de fantasia e de imaginação. Reconhece também o poder

simbólico e evocativo destes objectos e a sua capacidade de corporalizar

a história e a memória. Aqui, o artista suspende o tempo e a verdade

histórica, geográfica e antropológica para explorar o mistério e o

desconhecido com inscrições de territórios que nunca existiram. Estes

desenhos têm também a característica de serem visões parciais e já

bastante deterioradas pelo tempo. Vemos sempre, e apenas, uma secção,

uma parte do mapa. O que não está mapeado é desconhecido. Território dos

dragões.

[Filipa Oliveira]

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